Coluna Natascha Wosnick: Museo Del Mar – Punta del Este – Uruguay

No começo do ano fiz uma viagem ao Uruguai e ao procurar possíveis passeios pela internet fiquei sabendo da existência do Museu do Mar. Localizado na Barra de Maldonado, colado a Punta, o Museu oferece uma coleção de mais de 10 mil exemplares da fauna marinha, não apenas do Uruguai, mas do mundo todo. Diversas espécies de invertebrados e vertebrados estão presentes, sendo os esqueletos de baleias o atrativo do local. É importante citar que todos os animais que estão expostos no museu foram encontrados mortos e doados à coleção. Esta é uma informação constante em plaquinhas na frente de todos os grandes exemplares. O interessante deste museu é sua simplicidade, porém é impressionante a riqueza de detalhes e número de informações, bem bacana para aprender um pouco mais a respeito de cada uma das espécies expostas.

O Museu foi inaugurado em 15 de Janeiro de 1996, sendo de um colecionador particular. Hoje o local quadruplicou de tamanho, bem como a coleção. A coleção de conchas e estrelas-do-mar me impressionou ainda mais que do que os esqueletos, além de ser gigantesca ela é impressionante pela diversidade de tamanhos, formas e cores, pertencentes a espécies do mundo todo. Além de informações relativas às curiosidades das espécies e biologia dos animais, é também bastante presente no museu informações a respeito de problemas ambientais como a caça de focas no Canadá, o finning no mundo todo e a caça de Baleias na Antártida.  Por fim o Museu conta com uma área dedicada aos piratas mais famosos da história, com detalhes de suas vidas, crimes e suas embarcações.

Muito bacana!

Este é um passeio muito interessante e relativamente barato, pagamos o equivalente a R$ 25,00 em cada passaporte. É uma oportunidade única de conhecer uma coleção tão completa e muito bem organizada! É possível comprar também o passaporte para o Insetário localizado na frente do Museu do Mar, não tive a oportunidade de conhecer, mas conversei com pessoas que disseram que é um local muito bacana também.

Site oficial com mais informações e fotos –  http://www.museodelmar.com.uy/en/index.html

Fonte: Natascha Wosnick

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Assistam a 8º Edição do Informe em Vídeo do REBIMAR

Acompanhe uma atividade de campo da  equipe de profissionais da Associação Marbrasil no monitoramento biológico dos recifes artificiais que foi uma  ação conjunta e a unificação dos componentes de biodiversidade e de logística do REBIMAR. “Essas ações seguem as normas de segurança da equipe do projeto para qualquer tipo de saída para o mar”,  afirma  Robin que é técnico em operações náuticas e instrutor de mergulho da Associação MarBrasil. Para encontrar os recifes artificiais utilizam-se  as bandeiras sinalizadoras que identificam os pontos onde os recifes já foram instalados em Pontal do Paraná.

Estas bandeiras foram desenvolvidas pela parceria do Programa REBIMAR com os pescadores locais . As coletas não acontecem somente nos pontos dos recifes, mas também em alguns pontos próximos, como é o caso do arquipélago de Currais que é um dos maiores ninhais de aves marinhas do Brasil. As coletas e o monitoramento biológico são feitos sazonalmente e tem uma variação de freqüência trimestral. Isso para que se possa identificar as influências e as relações do ambiente com os recifes, e por fim para avaliar as possíveis mudanças no ecossistema marinho para preservação da biodiversidade.do litoral do Paraná.

Veja também as imagens subaquáticas dos recifes e os peixes (íctiofauna) que foram feitas pelo Humberto Luiz Naldoni Gerum (Betão). Este é um dos pescadores parceiro do projeto, as imagens foram feitas através do mergulho de apnéia. Além disso, funcionam como o uma ferramenta no monitoramento da biodiversidade da região costeira do nosso litoral.

 

 

Assista ao Informe em Vídeo do REBIMAR #08

Fonte: Associação MarBrasil

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Conheçam os 07 Fatores da Criação de Peixes que Podem Prejudicar os Seres Humanos

O peixe é uma grande fonte de proteína na alimentação. Seu consumo é incentivado, pois é benéfico para a saúde. Mas, alguns fatores têm dizimado as espécies. Métodos de piscicultura não sustentável, por exemplo, vêm causando sérios danos.

Para entender mais esta questão dos métodos atuais empregados na criação de peixes, o Huffington Post reuniu algumas informações sobre o assunto. Escolhemos sete deles:

Produção

À medida que os estoques de peixes se esgotam dos oceanos, reforça-se a indústria da piscicultura, que já era praticada por povos milenares.

Mas, para que ela seja sustentável é preciso se atentar a alguns fatores, como explica o professor Doutor Newton Castagnolli, especialista em criação de peixes. “Escolher o local adequado, as espécies a serem criadas, a construção das instalações adequadas, fornecimento de ração alimentar adequada, higiene e controle de doenças, captação e tratamento da água”, afirma Castagnolli no artigo do site CPT.

Para se ter ideia, em 2006, os americanos comeram uma média de 16,5 quilos de peixe por pessoa, sendo superados apenas pelo Japão e pela China. Nesse mesmo ano, a criação de peixes representou 47% da oferta mundial de alimentos.

Poluição

Operações de larga escala de piscicultura forçam os peixes a viverem em ambientes pequenos e lotados. O excesso de resíduos de peixe e alimentos não consumidos polui as águas circundantes. Além disso, essas condições aumentam os riscos de doenças e infecções.

Resíduos químicos

Muitos dos produtos químicos proibidos nos EUA ainda são utilizados em pisciculturas internacionais para o controle de parasitas. Devido à falta de regulamentação, esses produtos químicos fazem o seu caminho para a nossa mesa de jantar através da grande quantidade de peixe importados de outros países.

Redes abertas

Muitas fazendas de peixes operam com redes abertas. Estes sistemas são extremamente suscetíveis de serem rasgados por predadores a até mesmo durante tempestades. O perigo também é que o peixe escape e quando isso ocorre causam danos irreparáveis ​​aos ecossistemas locais, corrompendo conjuntos gênicos, competindo por fontes de alimento e territórios de criação e propagação de doenças.

Espécies carnívoras

Algumas espécies presentes do mar podem trazer prejuízos. Neste caso, a manutenção é muito elevada para a fazenda, o que exige muito mais alimentos do que produzem. No caso do salmão, por exemplo, são necessário muitos peixes menores para alimentá-lo.

Tilápia

A tilápia é um dos peixes mais ambientalmente amigável. Uma das razões para isso é que elas podem ser cultivadas em grandes tanques, em vez de piscinas exteriores, tornando-as muito mais acessíveis à aquicultura (produção de organismos aquáticos). Também existem espécies de tilápia herbívoras, que reduzem os custos da alimentação.

Carcinicultura

A carcinicultura é um das produções mais destrutivas da aquicultura. As florestas de mangue fornecem alimento e abrigo para incontáveis faunas e fornecem vários recursos para pessoas com condições mínimas que vivem em zonas costeiras e dependem delas para seu sustento diário. Entretanto, estes locais também são usados para cultivo de camarão. Nesta produção, frequentemente os manguezais são destruídos pelos criadores, a salinidade da água e do solo circundante se eleva, o que também arruína a terra para a agricultura.

Fonte: CicloVivo

 

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Santuário Marinho Celebra 10 Anos de Porta-Aviões Transformado em Recife

Mergulhadora explora a estrutura do Spiegel Grove nesta quarta (16) (Foto: Reuters/Stephen Frink/Florida Keys News Bureau)

Mergulhadora explora a estrutura do Spiegel Grove nesta quarta (16) (Foto: Reuters/Stephen Frink/Florida Keys News Bureau)

O Santuário Marinho Nacional de Flórida Keys, nos Estados Unidos, celebra nesta quinta-feira (17) o aniversário de 10 anos desde que colocou em prática uma operação impressionante. Em maio de 2002, o porta-aviões Spiegel Grove, da Marinha americana, foi afundado com o intuito de transformá-lo em um recife artificial de corais para mergulho. As imagens feitas nesta quarta-feira (16) mostram que o tempo fez com que os corais de fato tomassem conta da estrutura do navio, de 155 metros de comprimento.


Corais tomaram conta da parte externa do navio (Foto: Reuters/Stephen Frink/Florida Keys News Bureau)Corais tomaram conta da parte externa do navio (Foto: Reuters/Stephen Frink/Florida Keys News Bureau)
Imagem de arquivo mostra o navio de 155 metros de extensão sendo afundado, em 17 de maio de 2002 (Foto: Reuters/Andy Newman/Florida Keys News Bureau)Imagem de arquivo mostra o navio de 155 metros de extensão sendo afundado, em 17 de maio de 2002 (Foto: Reuters/Andy Newman/Florida Keys News Bureau)
Imagem de arquivo mostra o navio de 155 metros de extensão sendo afundado, em 17 de maio de 2002 (Foto: Reuters/Sergio Garcia/Florida Keys News Bureau)
Imagem de arquivo mostra o navio de 155 metros de extensão sendo afundado, em 17 de maio de 2002 (Foto: Reuters/Sergio Garcia/Florida Keys News Bureau)

Fonte: G1

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Prazeres e Culpas de Comer Peixe

Texto de RAFAEL GARCIA - @rafagarc

Desde que comecei frequentar  feiras e mercados nos EUA, dois anos atrás, adquiri o hábito de sempre olhar peixarias. Meu objetivo, em geral, era encontrar os excelentes filés de salmão defumado importados da costa oeste, que chegam à costa leste com bons preços. Por uns US$ 10, é possível comprar um filé inteiro, suficiente para preparar três sanduíches. Acabou virando meio que um hábito, pois é ótimo para quem gosta de peixe, mas tem preguiça de cozinhar. Basta um pouquinho de cream cheese, algumas alcaparras e está pronto um dos pratos mais saborosos que alguém sem habilidades culinárias pode fazer.

O prazer proporcionado por essa iguaria, porém, adquiriu certo sabor de culpa depois que li “Four fish” (Quatro peixes), do jornalista Paul Greenberg, livro-reportagem no qual o salmão é um dos protagonistas. Greenberg conta de suas andanças pelo Alasca, onde o Departamento de Caça e Pesca vive em conflito com pescadores e populações nativas para tentar impedir a sobrepesca na região. A espécie do Pacífico mais afetada pela pesca predatória é o salmão-rei (chinook), caro e difícil de encontrar. Espécies menores como o salmão-vermelho (sockeye) e o prateado (coho) costumam frequentar as peixarias de supermercados aqui em Washington, mas várias populações deste último também estão ameaçadas.

Continuei comprando coho, mas menos e com um pouco de remorso. A alternativa era comer salmão-atlântico, que não é tão saboroso, já que a maior parte da produção vem de fazendas. Sem a dieta selvagem de crustáceos, o salmão de fazenda fica meio pálido. Vivendo confinado, também acaba ficando muito gorduroso, com a carne cheia de estrias brancas. Aprendi isso tudo com Greenberg, que também emite um alerta em seu livro sobre o perigo de poluição por PCB na aquicultura da Costa Leste. E o salmão-atlântico selvagem, por fim, já praticamente não existe no mercado.

Há várias semanas sem comprar salmão, recebi agora a boa notícia de que o coho e do chinookestão começando a se recuperar. Segundo o relatório deste ano do Serviço de Pesca, após anos de implementação de uma política rígida de limites para a pesca, algumas populações conseguiram se recompor. Espero que os californianos comam devagar e deixem um pouco de peixe para outros estados.

Não que a Costa Leste mereça, claro. O relatório deste ano mostra que o salmão-atlântico (selvagem) continua em estado de conservação lamentável. Populações do outrora famoso bacalhau da Nova Inglaterra, que colapsaram na década de 1990, também não mostraram melhora. E outro peixe pelo qual desenvolvi grande apreço, o pargo (red snapper), está em situação ruim tanto no golfo do México quanto no Atlântico.

O consumo ambientalmente correto de sushi também virou tarefa difícil. O relatório mostra que o atum albacora (yellowfin) teve algumas populações recuperadas, mas o grande atum-rabilho (bluefin) continua ameçado em águas americanas, bem como no resto do planeta. Cardápios de restaurantes raramente avisam qual espécie estão servindo.

Toda essa conversa sobre pesca nos EUA pode parecer distante para o leitor brasileiro, mas três dos peixes mais apreciados pelos americanos –atum, salmão e bacalhau– também são muito consumidos em centros urbanos no Brasil. Não é a toa que no mundo inteiro esses animais estão enfrentando pressão da pesca predatória ou causando problemas ambientais quando criados em aquicultura. (O quarto peixe do livro de Greenberg é o robalo-europeu, Dicentrarchus labrax, cuja produção em fazenda teve uma explosão na última década).

Greenberg defende que a escolha dos consumidores, isolada, tem pouco poder de mudar essa realidade. Como ambientalista, diz crer que os estoques desses peixes só serão salvos no futuro por meio da pressão direta sobre governos e organismos internacionais. Não há fórmula mágica: é preciso criar áreas de proteção, limitar licenças de pesca e impor práticas sustentáveis de aquicultura.

Eu ficaria feliz de ver um progresso nesse sentido acontecer na Rio+20, sobretudo com relação ao atum e ao bacalhau, animais de águas internacionais, “águas sem lei”. O debate sobre o esgotamento dos estoques de peixes é um tema que está na programação do evento, mas de forma um pouco vaga, me parece. Se sair algo realmente concreto de lá, vou ficar surpreso. Enquanto isso, o relatório do Serviço de Pesca continua sendo ótima leitura para antes do menu.

Fonte: Folha – Blog Teoria de Tudo

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Proteção de Margens do Rio Precisa Ser Ampliada, Diz Estudo da ANA

A Agência Nacional de Águas (ANA) sugere que os limites de recuperação de floresta em beira de rios pequenos sejam ampliados. A conclusão foi possível a partir de estudos específicos, contrariando as alterações feitas no Código Florestal.

No projeto aprovado pela Câmara, a recuperação de APPs (áreas de preservação permanente) nas margens de rio foi reduzida de 30 para 15 metros, ou seja, caiu pela metade a proteção garantida pela legislação atual.

Além disso, os ruralistas apresentaram, na última quinta-feira (10), um projeto de lei que reduz ainda mais esta proteção. Dos 15 metros, os deputados propõem que a área de recuperação obrigatória seja de apenas cinco metros nas margens dos rios com até cinco metros de largura e a 7,5 m a reposição em rios de que têm de cinco a dez metros.

Entretanto, o relatório da ANA salienta que todas as evidências científicas disponíveis apontam para a necessidade de manter faixas largas de APP para que sejam preservadas as funções básicas dos rios. A pesquisa confidencial foi feita a pedido do Palácio do Planalto e teve conclusões que vão de encontro ao projeto apresentado pelos ruralistas.

A ANA afirma que a retenção de agrotóxicos só funciona a partir de 20 metros de largura de mata ciliar; o controle de enchentes, a partir de 60 metros e a retenção de sedimentos (que evita assoreamento), de nove a 52 metros de largura de APP.

Desta forma, os estudos da agência contrariam o texto do Código Florestal e do Senado e mostram que os rios menores precisam ainda mais de proteção. “Do ponto de vista de proteção aos recursos hídricos, maiores cuidados devem ser dispensados aos pequenos cursos de água [...] São inúmeros os estudos que apontam que a largura mínima das matas ciliares para a proteção desses cursos de água deve ser de 30 metros”, afirma o documento da agência.

O projeto de lei apresentando na semana passada, pelos ruralistas, só amplia o desmatamento. Segundo a ministra Izabella Teixeira, o governo está aberto ao diálogo. “Minha preocupação é que os deputados insistem em encontrar soluções ouvindo apenas um setor. É preciso ouvir outros setores, a ciência, a sociedade, os ambientalistas.” Com informações da Folha.

Fonte: CicloVivo

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Nova Tecnologia Facilita Reciclagem de Desodorante Aerossol

Trabalhadores de cooperativas estão constantemente em contato com produtos inflamáveis, um risco para a saúde.  Para amenizar o problema, foi criada uma máquina que fura latas de desodorante aerossol e evita este contato.

Antes de serem enviados à reciclagem, as latas precisam ser furadas e seu conteúdo com material tóxico precisa ser esvaziado, se não for desta maneira o setor não aceita o produto. Quem compra a lata não quer assumir o risco de receber uma embalagem com gás e veneno.

Antes, o funcionário precisava furar as embalagens de desodorante aerossol e separar o alumínio do ferro e do plástico para ser revendido. Todo este processo era feito manualmente.

Em São Paulo, cinco cooperativas já estão vendendo o equipamento para uma empresa que compra as embalagens inteiras. A corporação garante que é seguro. “A máquina é toda desenvolvida de tal forma que fica fechada e distante da manipulação das pessoas”, afirma André Navarro, diretor da empresa.

A tecnologia facilita o processo de coleta das embalagens usadas pelo fabricante e manufatura, para que sejam transformadas em novos produtos, como determinado pela Política Nacional de Resíduos Sólidos aos que vendem materiais perigosos.

Mesmo com esta exigência, apenas 1% desse tipo de embalagem é reciclado. “O mais difícil normalmente é você desenvolver uma tecnologia ou implementar o conceito de logística reversa. Isso aqui está pronto para aerossol. Agora só basta realmente a gente ampliar isso”, afirma Juliana Nunes, diretora de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade.

De acordo com a Associação Brasileira de Aerossóis, até julho o procedimento de perfuração das embalagens de inseticidas com máquinas estará em fase de testes. Com informações do G1.

Fonte: CicloVivo

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Ruralistas Ganham apoio com movimento “Não Veta, Dilma”

A campanha “Veta, Dilma”, em favor de um Código Florestal que não beneficie o desmatamento, ganhou força na internet nas últimas semanas. Contrários a este apelo surge agora o “Não Veta, Dilma”.

O movimento defende que o novo Código, aprovado pela Câmara no final de abril, seja sancionado na íntegra pela presidente Dilma Rousseff. A mudança na legislação depende apenas da aprovação dela, para que passe a vigorar.

Não se sabe quem são os organizadores desta campanha. Foi criado um site onde a mensagem de apelo é: Não Veta Dilma ou o preço da comida vai subir. Os e-mails de divulgação começaram a ser enviados na última quarta-feira (9).

Além do site, há um perfil no Twitter, que já conta com 350 seguidores. Em outro site de relacionamento, o Facebook, já existe um movimento parecido: o “Aprova tudo, Dilma”. Por questões óbvias, ele é apoiado por representantes ruralistas.

O principal argumento utilizado pelo “Não Veta, Dilma” é em relação aos alimentos. “A agropecuária brasileira produz uma das melhores e mais baratas comidas do mundo” ou “nos últimos 40 anos, a agropecuária brasileira evoluiu para que o brasileiro deixasse de gastar 40% de seu salário com comida para gastar apenas 16%”.

O movimento também afirma que todas estas melhorias foram feitas preservando 61% das matas nativas. Através destas frases, o movimento busca sensibilizar os internautas. Entretanto, não foi apresentada a fonte de nenhum dos dados citados.

De acordo com a Folha, a Frente Parlamentar da Agropecuária, com 268 membros, pretende, nesta semana, adotar os bordões “Não veta, Dilma” e “Aprova tudo, Dilma”. Com informações da Folha de S. Paulo.


O Programa Território Animal é totalmente contra este tipo de Movimento.


Foto: Biólogo Caio Fernandes

Fonte: CicloVivo

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Designers Norte-Americanos Criam Bicicletas de Madeira que Imitam Motos

A Masterworks Wood & Design é uma empresa norte-americana especializada em construir bicicletas de madeira. Os modelos são personalizados e fogem totalmente aos padrões de bicicletas comuns. O formato das bikes segue um padrão que faz lembrar as motocicletas no estilo Harley Davidson.

Os responsáveis pelo projeto são os designers Mauro Hernandez e William Holloway, que também projetam outros utensílios em madeira, como mobílias internas e externas.

A dupla é responsável por tornar reais os modelos de bicicletas imaginados pelos clientes. O fato de usarem a madeira como matéria-prima principal lhes oferece maior flexibilidade e permite que toda a criatividade seja colocada em prática.

Toda a estrutura das bikes é feita em madeira, inclusive os bancos. Para que isso não significasse alto impacto ambiental, os designers se preocuparam em usar madeira recuperada, ou seja, que está em seu segundo uso, e árvores que estavam condenadas dentro do perímetro da comunidade.

A substância usada para dar o acabamento nas bicicletas também possui baixo teor de compostos orgânicos voláteis (COV), para reduzir o impacto causado na natureza.

O trabalho é totalmente artesanal e o cuidado com cada um dos detalhes faz com que as peças se tornem verdadeiras obras de arte que estão sempre em movimento. Com informações do Inhabitat.

Fonte: CicloVivo

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Tráfico de Animais Silvestres Colabora Para Aumento de Espécies em Extinção

O tráfico de animais silvestres ainda é um problema constante no Brasil. As estimativas são de que anualmente 38 milhões de animais sejam comercializados ilegalmente no país, conforme informações da Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres (Renctas).

Entre os animais estão espécies ameaçadas de extinção e até mesmo alguns exemplares já considerados extintos. Alguns exemplos são: arara azul e amarela da Amazônia, papagaios, macacos, tartarugas e até mesmo animais maiores e perigosos, como sucuris e onças-pardas.

O principal alvo dos traficantes são as aves, que segundo a organização representam 80% dos animais caçados e vendidos ilegalmente. Outro problema que torna a situação ainda pior é o fato de que 90% destes animais morrem no caminho, segundo Rauff Lima, porta-voz da instituição de proteção aos animais.

O controle sobre a atividade ilegal é muito difícil, tanto que o tráfico de animais é altamente rentável, movimentando aproximadamente dois bilhões de dólares, somente no Brasil. Apenas o tráfico de drogas e o tráfico de armas ficam à frente dos animais, como confirmado pela ONG em publicação da Agência AFP.

Os animais que, porventura, são resgatados pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais) ou são capturados durante as operações da Polícia Federal são encaminhados ao Centro de Triagem de Animais Silvestres do Ibama, o Cetas. No entanto, ainda existem problemas com a falta de espaço para abrigar adequadamente os animais e, nem mesmo, os zoológicos dão conta de receber as espécies, que em muitos casos precisam de cuidados especiais e não podem retornar à natureza.

Há mais de dez anos a Polícia Federal tem trabalhado para aumentar a fiscalização e impedir o crescimento dessas ações ilegais, no entanto o que se tem visto é um aumento contínuo no número de espécies ameaçadas de extinção. A estimativa do Ministério do Meio Ambiente é de que atualmente 627 tipos de animais estejam nesta lista, um número três vezes maior do que o registrado há 15 anos. Com informações da AFP.

Fonte: CicloVivo

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